terça-feira, 4 de dezembro de 2007
sábado, 10 de novembro de 2007
Poesia Digital?
No mundo contemporâneo a arte e a tecnologia surgem lado a lado e arte também é poesia. Então, porque não um poema digital? Combinamos texto, som, música, movimento.
A informática trouxe novas palavras ao nosso vocabulário, palavras que utilizamos diariamente. Todas elas fazem parte da linguagem dos nossos alunos, demonstrando e confirmando o lugar que a Informática ocupa no nosso dia-a-dia. Os nossos alunos, que tantas vezes dão erros ortográficos, que esquecem facilmente a tabuada, que dizem que não gostam de escrever, e muito menos de ler, não hesitam, nem vacilam quando têm que mexer nestas máquinas. Demonstram uma segurança e uma determinação em ultrapassar obstáculos que, infelizmente, nem sempre aplicam noutras situações.
Quando surge um novo meio de expressão e comunicação ele impõe-se pela capacidade de responder ao seu tempo, às necessidades e anseios dos contemporâneos. Perante a novidade há sempre duas reacções distintas. Uma fica presa no passado, outra abraça a novidade. Lembremo-nos que, actualmente, utilizamos meios de expressão com idades diferentes e que todos eles persistem naquilo em que são únicos e eficazes. No entanto, facilmente entendemos que o computador não é apenas mais um meio. Cabe-nos a nós, professores, descobrir aquilo em que o computador é mais eficaz, quer para resolver velhos problemas, quer para apontar novos caminhos e desafios. É necessário propor actividades que aproveitem o potencial deste meio tecnológico, que levem os nossos alunos a ler, a escrever, a criar de uma forma sorridente.
É impossível ignorá-lo...
A informática trouxe novas palavras ao nosso vocabulário, palavras que utilizamos diariamente. Todas elas fazem parte da linguagem dos nossos alunos, demonstrando e confirmando o lugar que a Informática ocupa no nosso dia-a-dia. Os nossos alunos, que tantas vezes dão erros ortográficos, que esquecem facilmente a tabuada, que dizem que não gostam de escrever, e muito menos de ler, não hesitam, nem vacilam quando têm que mexer nestas máquinas. Demonstram uma segurança e uma determinação em ultrapassar obstáculos que, infelizmente, nem sempre aplicam noutras situações.
Quando surge um novo meio de expressão e comunicação ele impõe-se pela capacidade de responder ao seu tempo, às necessidades e anseios dos contemporâneos. Perante a novidade há sempre duas reacções distintas. Uma fica presa no passado, outra abraça a novidade. Lembremo-nos que, actualmente, utilizamos meios de expressão com idades diferentes e que todos eles persistem naquilo em que são únicos e eficazes. No entanto, facilmente entendemos que o computador não é apenas mais um meio. Cabe-nos a nós, professores, descobrir aquilo em que o computador é mais eficaz, quer para resolver velhos problemas, quer para apontar novos caminhos e desafios. É necessário propor actividades que aproveitem o potencial deste meio tecnológico, que levem os nossos alunos a ler, a escrever, a criar de uma forma sorridente.
É impossível ignorá-lo...
A ORIGEM DO PAPEL
ANTECEDENTES
Os primeiros suportes do pensamento foram as paredes das cavernas, placas de mármore ou bronze, placas de argila, de tartaruga, ossos, madeira ou cera.
Esses suportes foram substituídos por novas matérias:
• primeiro o PAPIRO(3500 a.C); depois o PERGAMINHO (200 a.C); e finalmente o PAPEL (105 d.C)
Diz a tradição que o papel foi inventado na China por Tsai Lun, no ano de 105 d.C.. Conseguiu criar o primeiro papel da história a partir de fibras vegetais extraídas de trapos, redes de pescar, casca de amoreira, rami, cânhamo ou bambu.
Actualmente, a matéria-prima para o seu fabrico obtém-se sobretudo a partir da madeira (Eucalipto e Pinheiro).
ANTECEDENTES
Os primeiros suportes do pensamento foram as paredes das cavernas, placas de mármore ou bronze, placas de argila, de tartaruga, ossos, madeira ou cera.
Esses suportes foram substituídos por novas matérias:
• primeiro o PAPIRO(3500 a.C); depois o PERGAMINHO (200 a.C); e finalmente o PAPEL (105 d.C)
Diz a tradição que o papel foi inventado na China por Tsai Lun, no ano de 105 d.C.. Conseguiu criar o primeiro papel da história a partir de fibras vegetais extraídas de trapos, redes de pescar, casca de amoreira, rami, cânhamo ou bambu.
Actualmente, a matéria-prima para o seu fabrico obtém-se sobretudo a partir da madeira (Eucalipto e Pinheiro).
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